We apologize — and yet, we don’t.

Às vezes, simplesmente é muito. É quando aquelas defesas, tão fragilmente erguidas, despencam. É como encarar a audiência nu, sem piada nem gracejo, sem toalha, sem jeito. E nenhuma audiência, por mais crítica que seja — e nunca o são tanto assim —, é pior que o próprio espelho.

“…Se lembra quando toda modinha
Falava de amor
Pois nunca mais cantei, ó maninha…”

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