Beijoqueiro

intense kisser

You Are An Intense Kisser!

Deep tounging, nibbling, and locking lips for hours are on your agenda.
You’ve been known to wear lovers out with your kiss,
before getting to anything else on the menu.
And given that you kiss so well… imagine how you do everything else.

How Do *You* Kiss?
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ONRRON! ONRRON! ONRRON!
Quer saber? Eu não vou negar, não! ;P

Mais Bethânia

Ainda sobre Maria Bethânia. Qualquer coisa que eu diga aqui nao vai, nem de leve, conseguir descrever o que foi ver o mito vivo ali no palco. Transcendental. Maria Bethânia é, na minha não tão humilde opinião, a mais expressiva de seus doces irmãos bárbaros. A mais coerente, como artista e como pessoa. A mais intérprete.

Admiro muito o trabalho de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Gal Costa, mas admiro, sobretudo, a mulher por trás da cantora Bethânia. É a atitude, a finesse e, no palco, o domínio da voz, da cena, do espaço, de todas essas nuances que transformam qualquer canção em uma composição própria, apropriada, que a fazem diva, na melhor concepção da palavra.

Ontem vibrei, como ela, ao som de Reconvexo. Mas foi no toque profundo de Gostoso demais que meu espírito alçou vôo, minha energia fluiu e meu coracão, *cativo*, bateu.

Gostoso demais

Tô com saudade de tu, meu desejo
Tô com saudade do beijo e do mel
Do teu olhar carinhoso
Do teu abraço gostoso
De passear no teu céu
É tão difícil ficar sem você
O teu amor é gostoso demais
Teu cheiro me dá prazer
Quando estou com você
Estou nos braços da paz
Pensamento viaja
E vai buscar meu bem querer
Não posso ser feliz assim
Tem dó de mim
O que que eu posso fazer?

Bonança

Depois da tempestade sempre vem a bonança. E com ela um novo dia, novas cores — ou as mesmas — lavadas, secando ao Sol e ao vento que sopra, trazendo um futuro próximo. Feliz. :)

E eu reatesto que o diálogo — além de uma boa noite de sono — ainda é um excelente remédio pra reacender um sorriso. Eu tenho o que pedi a deus: confiança mútua.

Noite

Enfim… a noite foi uma bosta, claro. Cadê minha cama, meu canto, meu abrigo?

Maria Bethânia

Maria Bethânia. Que mulher era aquela ali na minha frente? O que era aquilo?! Que poder, que brilho, que encanto é esse? ADORO essa mulher! :)

Preocupação

Me preocupo demais? Pode ser. Mas se peco pelo excesso certamente estou mais perto do perdão do que pela falta. ;) E se há em mim a urgência de ver o reflexo do meu sorriso em *teu* rosto é porque, sem ele, sofro da languidez triste dos amantes distantes, enquanto o meu anseio é pelo torpor inebriante de dois mundos em um único enrosco.

Soneto do Amor Total
(Vinícius de Moraes)

Amo-te tanto, meu amor… não cante,
O humano coração com mais verdade…
Amo-te como amigo e como amante,
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade,
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude,
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente,
Hei de morrer de amar mais do que pude.

Culpa da Marie que foi me lembrar desse poema. ;P

Contagem regressiva

Contagem regressiva! =)

Ai, meu deus! Ai, meu deus!
Alguém me afasta do chocolate!
Me tranca! Me acorrenta!
Porque eu vou ter um negócio!
Preciso correr!
*respira* *respira* *respira*

O medo

O medo — que cega, gela e paralisa? Foi-se!
Porque veio a clareza — o conhecimento que liberta.
Onde já havia a confiança — o sentimento que une
Há também a determinação, mais forte do que nunca — *te amo*.

A conversa delineia porque é preciso — anseio
A mão dá reprimenda porque a ausência dói no peito — distância
Mas a mesma mão que bate está no abraço que protege — conforto
Porque o cuidado é a razão de tudo — zelo.

Luz

Há muito tempo, não sei se por criação, por nascimento (ou antes disso), ou por força de algo maior que ainda não compreendo totalmente, escolhi andar por um caminho de luz. Ser uma pessoa do bem. Acredito que todos nós temos, potencialmente, a capaciade de construir ou destruir, cuidar ou ou não. Ou pior. Entretanto, todos nós temos a capacidade de escolha, o livre arbítrio, e escolhemos todos os dias.

Pois bem, escolhi ser uma pessoa legal, escolhi levar o melhor de mim pras pessoas à minha volta, escolhi iluminar. Mas tenho medo. Não sou infalível e a força que eu tenho aqui dentro é MUITO grande, já tive provas disso. Força bruta, energia primária. E se eu perder o controle, perder o juízo… tenho medo, menos por mim do que pelos outros. Meu lado negro é tão forte quanto o outro, mas menos cuidadoso.

Escolhi não mais falar em ódio — obrigado, Domi, minha amiga —, escolhi pensar em amor. Mas eu cuido dos meus. E se não puder, tenho quem cuide. Tenho quem olhe pelo meu caminho. E nem todo mundo é bonzinho como eu.

“O vento que venta aqui
É o mesmo que venta lá
E leva pro mandingueiro
A mandinga de quem mandingar”

Dia que rendeu

Ô dia que rendeu! Ensaio, recital de música de câmera — muito bom, por sinal, esforço recompensado —, master class de regência — também muito bom, contato importante, orientação, reconhecimento — e uma aula de ópera estúdio de virar os pulmões do avesso!

Almoçar? Pra que mesmo? Um hábito tão burguês! :P

Só faltou *você* pra esquentar esse dia friozinho. ;)
Agüenta as pontas, meu lindo, que eu tô chegando!

Falta

A pessoa se esforça, se vira do avesso, muda data de teste pra (entre outras coisas) não perder aula e o que acontece? O professor falta. :P ê, laiá…

Eu preciso de você

Ei!!! Eu disse que voltava aqui à noitinha e não no meio da tarde, inferno! *rindo*
Assim não dá! Cadê você? Acho que eu não fui bem claro — vou chutar o pau da barraca. :P

Eu preciso de você
(Antonio Carlos Jobim / Aloysio de Oliveira)

Como o sol precisa de um poente
Eu preciso de você, só de você
Como toda orquestra de um regente
Eu preciso de você, só de você

Como a flor precisa de perfume
E a mulher de ter ciúme
Quando o seu amor não vê

Preciso tanto de você

Como a noite busca a madrugada
Eu preciso de você, só de você
Se o poeta busca a bem amada
Eu preciso de você, só de você

Só você não sabe a solidão
De tão imensa é uma doença
Que me deu no coração

Se o ateu precisa de uma crença
Eu preciso de *você*

Deu pra entender? ;)

Master Class

Master Class com o Maestro Jamil Maluf hoje (e amanhã, e depois). Uma pena que as vagas para alunos ativos (não-ouvintes) fossem tão poucas. Contemplaram somente os alunos de mestrado e alguns do último ano. Foda isso porque é uma turma muito desigual. Mas enfim…

O que importa é que eu acho que encontrei um modelo técnico com o qual me identifico bem. Fui notado, elogiado. Tava precisando. Às vezes parece que ninguém dá importância pra técnica — dentro das escolas de um modo geral.

E estou falando de TÉCNICA. Regência tem técnica, tem gestual, tem significado, tem intenção. Não basta ser um excelente pianista, violinista ou qualquer “ista”, pegar uma varinha na mão e sair balançando os braços no ar. Não basta ser um excelente músico. Mas na realidade, é o que mais se encontra: excelentes músicos, péssimos regentes. De que adianta um assombroso conhecimento musical, uma visão profunda e ampla do discurso musical, se não se consegue dialogar com o conjunto à sua frente? E vice-versa.

É bem por aí, na minha opinião. E como são necessárias décadas de estudo para adquirir tal conhecimento, esmerar a técnica HOJE já vai ser de grande valia. Bom… muito bom.

Flauta-doce

Em compensação a professora de… er… flauta-doce me tomou como exemplo na avaliação do curso. Que meu desempenho técnico isso, que minha interpretação musical aquilo… onrron!

Cello maldito

EU VOU APRENDER A TOCAR ESSA PORRA DESSE CELLO NEM QUE SEJA A ÚLTIMA COISA QUE EU FAÇA NESSA VIDA!!! :P

Pronto… passou.

Manhã cinza

Eu? No canto. Sintético e dramático. Manhã cinza. Fria.
Tempo schifoso.
Humor marrom.
Minha cama! Vazia.

Eu te amo

Eu te amo
(Tom Jobim – Chico Buarque)

Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir

Se, ao te conhecer dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir

Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir

Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu

Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu

Com, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair

Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.

Uma *saudade* que dói.

Dançando na cadeira

Ouvindo a música aí de baixo e dançando sentado na cadeira, no meio do laborátorio de informática. Parte dos estudos sobre o efeito alienante de um fone de ouvido. Quando eu começar a cantar, internam. :P

Cansei de estudar por hoje. Tava querendo conversar…

Segunda

Segunda-feira é sempre segunda-feira. Ô dia estranho! Não é nem meio-dia e já tive uma data de teste mudada e, conseqüente, um recital remanejado.

Isso sem falar que o prédio tá parecendo uma instituição para autistas. As turmas de Rítmica devem ter prova hoje. Imaginem a cena: pessoas sentadas pelos cantos, absortas, com a cara enterrada num livro cheio de bolinhas, falando coisas como “taia, taia, ta-taia…”, regendo, marcando o tempo com uma mão, batucando alguma coisa com a outra e marcando acentos com os pés. Boniiiiito… Não sobra neurônio nem para um “bom dia”.

É… ser músico é isso aí. A gente baba, mas se diverte! ;)

Poema editado

Editei o poema aí embaixo. Um ponto e uma palavra somente. Ficou melhor assim.

Tenho que parar com essa história de escrever sonetos. Mas é que eu acho interessante a idéia de ter que exprimir em poucos versos o que eu tô sentindo e o que eu estou vivenciando. Lançar uma idéia que surgiu na minha cabeça, achar os sons certos — porque o som é tão importante quanto o significado na escolha da palavra — pra traduzir um pensamento, dar ritmo, contextulizar e concluir. Tudo isso em quatro estrofes, em quatorze versos.

É muito pouco para a prosa. Mas em um poema a síntese não parece presa. Por mais conciso que ele seja, há sempre um dimensão muito maior, interna, como se o poema fosse, na realidade, uma janela, um olho mágico na cabeça de quem o escreve. Tem muito mais lá dentro e ao mesmo tempo é exatamente aquilo que está escrito. Será que alguém percebe?

Definitivamente, quem mais se diverte com o que eu escrevo sou eu mesmo. :)

Inusitado

Como é que é? MEU PAI saiu de casa pra ir com minha mãe à exposição do Rembrandt e ainda por cima NÃO FOI DE CARRO?

Valha-me! Quinhentas almas foram pro céu! Vai chover… :P

Completude

Completude

Que destino é esse que nos faz incompletos,
Dá-nos com a vida um significado inexato,
Dota-nos de sentidos, desejos, *ai*: tato!
E nos lança ao mundo a procura de afeto?

Que loucura, que demência me banha a alma!
Toda vez que sinto a tua presença
É como se o ar à minha volta tomasse consciência
E vibrasse de delírio, de deleite e de calma…

A reposta portanto não pode ser outra
Senão que o destino é firme e certo em teu abraço
E o intento doce e pleno em tua boca.

O tempo, infindável em si mesmo,
Cede agora e rui frente à nossa clara atitude.
O que busco em ti e o que anseias em mim: completude.

Alguém me acorrenta, por favor!
De preferência *você*.

Despertar

É sempre um pouco estranho despertar onde não é a sua casa. Tem sempre aquela fração de segundo em que os olhos questionam a paisagem alheia. Mas é mais estranho — e não é, ao mesmo tempo — acordar sozinho quando seu íntimo sabe que ali deveria estar também outra pessoa, te abraçando.

Acordei com uma indisposição estranha, que não é minha. Já passou. Na realidade, acordei por causa dela, um desconforto entre o peito e o estômago. *Você* vai ficar bem, né?

Ontem à noite, na festa, brincadeiras, risos, música, dançando muito com o pensamento distante. Toca o interfone do meu lado. Atendo. Não entendo patavina do que a pobre voz ao meu ouvido diz. Num ato de extrema gentileza, estendo o interfone à minha querida anfitriã que está ali ao meu lado e… inadvertidamente arranco o interfone da parede — bonito, muito bonito. O que dizia a voz, só deus… Detalhe: eu estava sóbrio. DESSA vez eu estava sóbrio. :P

Quando chegamos em casa, o sono era tão grande que eu, de pronto, me joguei no sofá. Tenho a impressão de que uma webcam louca imortalizou a cena e que alguém deve estar recebendo lembranças. Onrron! ;) Mas tem um erro nessa foto, veja bem: falta *você*.

O infinito

*Ele* dorme.

Con ella
(Pablo Neruda)

Como es duro este tiempo espérame: vamos a vivirlo con ganas.
Dame tu pequeñita mano: vamos a subir, vamos a sentir y saltar.
Somos de nuevo la pareja que vivió en lugares de hirsutos,
en nidos ásperos de roca.
Como es largo este tiempo,
espérame con una cesta,
con tu pala,
con tus zapatos y tu ropa.
Ahora nos necesitamos no solo para los claveles,
no solo para buscar miel:
necesitamos nuestras manos para lavar y hacer el fuego,
y que se atreva el tiempo duro a desafiar el infinito
de cuatro manos y cuatro ojos.

Com ele. Esperamos…

O verbo

Para meu *amor*. Porque ao verbo só é dado vir quando tudo o mais já existe.

O verbo no infinito
(Vinícius de Morais)

Ser criado, gerar-se, transformar
O amor em carne e a carne em amor; nascer
Respirar, e chorar, e adormecer
E se nutrir para poder chorar

Para poder nutrir-se; e despertar
Um dia luz e ver, ao mundo e ouvir
E começar a amar e então sorrir
E então sorrir para poder chorar.

E crescer, e saber, e ser, e haver
E perder, e sofrer, e ter horror
De ser e amar, e se sentir maldito

E esquecer tudo ao vir um novo amor
E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito…

Namoro

— Te adoro…
— É mais do que isso.
A palavra começa a ficar pequena.
— É.
— Ei… E aí?
— Aí eu digo que te amo.
— Eu digo com minha boca na tua orelha
que te amo meu menininho.
— Eu rio. E digo que te amo,
meu meninão.

Pois é… Declaro para os devidos fins que já sou homem fora do páreo, carta fora do baralho, item fora de estoque. A concorrência foi encerrada, o cargo preenchido, etc, etc, etc.

É. A palavra é namoro. A melhor coisa! =)
E de onde vieram todos esses violinos? rs…

Lição

Primeira lição de informática: software é aquilo que você xinga, hardware é aquilo que você chuta.

Onde é que eu vi isso mesmo?

Messenger Maldito

Eu acho tããããão legal quando a gente tá lá, exercendo o livre direito de amar à distância, deixando todos os servidores com crises diabéticas agudas, e o messenger-empata-foda-do-caralho resolve te derrubar da conexão e não deixar mais voltar.

Meus zóvo! :P

Como é que eu vou dormir sem meu beijo de boa noite agora? Sem meu abraço? Meu cafuné? Minha mordidinha?

Ninguém merece…

Beltane

Fui acender minhas velas,
fazer minha oração
e minha oferenda.
Celebrando o meu Beltane.
Pedir alegria no amor,
força e paz no coração,
clareza na visão.

Pra mim e pra *você*.
Para nós.

E não posso deixar de pensar que justo quando Beltane se aproximava meu peito voltou a bater mais forte, rompendo barreiras, vencendo o inverno, incendiando o verão! Buscando, seguindo, encontrando uma consonância através da distância. Quando estendi minha mão e joguei meu corpo no espaço, foi a *tua* que encontrei.

Angústia

No meio de toda essa felicidade — que é *muita* — vejo rosas no meu jardim que precisam de cuidados. Eu também sou uma delas. E cada uma, jardineiro.

Muito sono

(muito sono, preciso dormir)

SerTÃO só: Fausto. O dia foi maravilhoso. O recital foi lindo, emocionante, inebriante e *você* estava ali como feitiço, em cada nota do canto de sereia.

(…) e eu ambicionando de pegar em Diadorim,
carregar Diadorim nos meus braços
beijar, as muitas demais vezes, sempre.

Tão só…