Bebe, Scarlet!

Repitam comigo, de mão prá cima, firmemente agarrada a uma embalagem de aspirina: “Jamais beberei vodka com refrigerante diet novamente!”

A porra já é ruim e ainda me privam da glicose. Vai, besta! :P

Muié macho sim senhor!

EXTRA!!! EXTRA!!! Ah, bravo Figaro!, à guisa de um sensacionalismo barato mas muito divertido, traz para você, caro leitor, em primeiríssima mão, um furo de reportagem; um furão, para ser mais exato: Alice é homem!

A mãe, emocionada com a descoberta, declarou aos nossos repórteres: “Eu estava aflita, meu coraçãozinho de mãe não me deixava dormir tranqüila! Sabia que Alice era diferente e não conseguia mais reconhecer minha filhinha querida.”

A filhinha, no caso, já ultrapassara em tamanho seus dois irmãos, Pixel e Didi, e era carinhosamente chamada de “monstra” pelos demais, em uma clara alusão à amiga monstruosamente grande da personagem Olívia Palito, dos desenhos animados. Aos prantos, Dona Ivanise Maravilha nos disse que nada disso importará de agora em diante, pois Alic… Ali… — como é mesmo o masculino de “Alice”? — enfim, sua ex-filhota-monstra, que por sinal é adotada, não precisará mais se envergonhar de sua natureza. Questionada sobre as possíveis complicações psicológicas que tal revelação poderia acarretar à criança, a mãe foi enfática: “É minha filha, digo, meu filho, e eu o amo, não importa seu sexo!”

Nossas fontes informaram que Alic… Ali… o garoto-que-ainda-não-foi-renomeado já assinou um contrato com aquele famoso canal de televisão para uma participação especial em sua última produção achocolatada. É mais uma bela história em que a vida imita a arte; se não a arte, pelo menos a novela das seis.

Eu sou o negro gato

“Alongo tendões, sonhos e sorrisos sobre a cadeira do meu quarto onde me sento…”, já disse uma vez. Se eu tiver que nascer de novo nesse mundo quero vir gato, amarelo como o da foto (que eu roubei deste fotolog descaradamente). Ou isso ou nascer no mar, longe de tudo e de todos.

Por que felino? Vê bem se um semblante dourado desses se preocupa com alguma coisa. Você já viu um gato sofrer de ansiedade? Vê lá se o bichano tá aí se ligam, se dizem, se fazem; gato ama porque confia, porque aceita, não porque depende. E no entanto, ama, se ama, vive, livre, feliz e contente.

Um dia, quem sabe, eu aprenda a amar com desapego; amar que nem bicho, feito gato. E vou seguir amando sem que a falta seja corrosiva, de forma que o amor ronrone em meu colo quando presente e durma ao sol caso contrário. Mas por enquanto eu sou apenas humano; amo, intenso e muito, mas não impunemente.

Usina (nuclear) de sonhos

A pessoa passa as últimas horas do dia revirando assuntos, textos, imagens, contextos diversos e, claro, emoções passadas, por aqui e na própria cachimônia, e depois não quer ter sonhos inquietantes, vê se pode! — mas a culpa é tua, meu caro antípoda! ;)

Tenho até medo do que meu inconsciente é capaz com tanta artilharia.

A malhação do Cristo

E eu não tô com a menor vontade de ir ao cinema ver o tal filme do Mel Gibson. Por quê? Vários motivozinhos. Primeiro, tem alguma coisa nele que não me convence; não sei, parece tudo uma mega produção prá se ganhar dinheiro. “Mas Hollywood não é assim mesmo?”, diria você. É, tem razão. Mas ninguém compra “ET” ou “Star Wars” como verdade e o que me parece é que as pessoas não se entretêm aqui com a história contada — ou deveria ser “estória”? —, elas se entretêm muito mais com a certeza da sua fé. E, bem, eu não sei se eu acredito nessa romantização toda da história de Cristo. Por falar nisso, será que a comunidade judaica tá vendo graça no filme? Não, não estou acusando o filme de anti-semitismo, não o estou acusando de nada; o tema simplesmente não me pega.

O problema é que eu não me sinto nem um pouco inclinado a ver uma hollywoodnização do evangelho; fosse uma história outra qualquer e talvez me fosse mais interessante. Sabe, me irrita essa mania de tomar os evangelhos como verdade absoluta; eu sempre preferi fontes históricas mais fidedignas. Veja, eu não estou aqui falando de fé, mas de História! Ah, claro, o termo “paixão” pode muito bem derivar de “passos”, mas dizer que os passos de cristo foram simplesmente narrados pelos seus apóstolos é o mesmo que dizer que um jogo foi narrado pelo Galvão Bueno! — sacou? Não, a meu ver, o fato mais evidente nas paixões é o poder da fé de seus narradores. Não acho que as pessoas de um modo geral tenham isenção suficiente para falar da vida de Cristo; nem do filme, portanto.

Errata: Só um adendo que na pressa eu falei bobagem — será que eu vou pro inferno? O que eu queria dizer é que as Paixões, todas elas, pretendem narrar os passos de Cristo, portanto o seu calvário, mas o termo em si deriva do latim (não sei a grafia) e significa “sofrer”; na pressa eu troquei as bolas.

Oh yeah, baby!

Já é notório o senso de humor macabro que o meu inconsciente aplica nos meus sonhos noite adentro. Tudo o que eu queria era um sonho desses que a gente pode sonhar acordado, sem prejuízo do decoro e da razão; uma coisa assim gostosa e suave, da qual a gente não se lembra muito bem quando desperta, mas que deixa aquele traço de sorriso, aquele trato no humor do dia.

Mas não, veja, a coisa não funciona bem assim. Ao invés de um sonho colorido eu tive foi um delírio apimentado, o decoro passou foi longe e a parte do não lembrar ao despertar foi deliberadamente deixada de lado; tudo muito presente, quase tátil quando eu fecho os olhos.

Agora eu me pergunto — tá ouvindo inconsciente, ô, desgraçado? —, precisava ser um sonho erótico, quase pornô? Precisava ser com o colega da natação, aquele indubitavelmente hétero, cuja presença física serve apenas para mostrar que a natureza tem bom gosto e péssimas intenções? Precisava? Não bastava mexer com o meu sonho, tinha que meter o dedo na minha libido, não é? Tá certo…

Me diz aí, arauto da crueldade onírica, como é que eu posso chegar na piscina pro treino agora e encontrar o cidadão de sunga? Vou te contar, viu?

Letras cadentes

Não sei se foi pela delicadeza da idéia ou talvez por um possível sincronismo de sentimentos, mas eu adorei isto aqui, retirado de um mosaico:

“O dia não pode, mais do que a noite, parir uma estrela cadente. Ele, no máximo, concebe o sol, com força e devoção apenas algumas vezes bem sucedida, por entre nuvens e tetos humanos. Aquilo que o céu noturno faz e que figura-se como o desbotamento sutil e passageiro de um arranhão é simplesmente a queda irrevogável dos múltiplos desejos silenciosos feitos solitariamente por personagens insones. São milhares os corações insatisfeitos na noite. É o que faz algumas estrelas cairem.”

A barata diz que tem sete saias de filó

Com vocês o novo quase-layout! Digo quase porque, veja bem, eu só tive saco prá mexer na página principal, e ainda assim mal e parcamente. O resto? Tá uma zona; eu devia até apagar prá ninguém ver a casa de pernas pro ar. É que é assim, geralmente eu tenho excelentes idéias (modéstia à parte), só que uma preguiça descomunal me impede de aprender html, css, folha de estilo — essas coisinhas, sabe? :P —, como se deve. E eu vou tateando feito cego, olhando um código aqui, testando uma tag ali porque, também, ninguém merece editar código de layout prá mim; cara, eu sou muito chato! Manual? Prá quê?! A gente vai levando… até que tá bonitinho, limpinho.

Então tá combinado, certo? A barata diz que tem uma cama de marfim, mas é mentira! Por enquanto ela dorme mesmo é no capim.

Das paixões e suas histórias

Quando ingressei na USP, em 1994, não tinha nem 18 anos ainda; não imaginava à epoca que cinco anos depois estaria abandonando o curso de Matemática Aplicada para encarar de vez o que era muito mais que uma vocação e eu não queria ver, uma paixão prá toda vida: música. Mas não foi só isso. Eu não tinha idéia até então, até estar inserido naquele universo exato — hoje prá mim tão árido —, do quanto a paixão me fazia falta; eu me sentia seco e não sabia. Não sabia que dentro de mim havia tanta, como um dragão vermelho e dourado, enorme e adormecido.

Mesmo assim, eu carregava a certeza de que voltaria a cantar imediatamente; foi assim que eu ingressei no Coralusp, no mesmo dia da matrícula. Não posso dizer que o curso não me deu presentes — deu-me uma grande amiga, principalmente —, mas foi no convívio musical que o meu dragão acordou, aos pouquinhos, brincando entre o céu e o inferno. Foi lá que conheci Gábis, no ano seguinte, aquele anjo nascido Gabriel; conheci Zel, aquela diaba nascida Ivanise, outro ano depois. Conheci o amor por esses dois e deles por mim; um amor intenso, genuíno e gratuito de dois irmãos mais velhos que me receberam no seu cardume. Foi com eles que dividi alegrias e agruras de amores vividos. Junto deles acho difícil ter sido mais feliz; cresci, aprendi muito sobre as pessoas, sobre ser humano. Junto deles aprendi a ser homem. E fomos cantando, rindo e chorando, brigando, entendendo, comendo pão com mortadela e café com leite, rabada, pirarucu-de-casaca e massagem (que não foi comida, mas muito bem aproveitada).

Devo muito aos meus irmãos-amores e senti que faltava dizê-lo com mais algumas letras. Hoje é aniversário do meu fratello e a falta que eu sinto dele só aumenta. Faz-se presente nas horas de riso, tanto quanto nas de choro; quando me angustio, quando me sinto perdido, o pensamento desse amor me dá força e confiança, me alimenta. Nossos rios se separaram, mas suas águas continuam a mesma, abençoadas por uma união que não conhece distância e espera, ansiosa, a hora do reencontro; virá o momento de cantarmos juntos mais uma vez.

Gábis, fratello mio, não importa onde você esteja, você sempre estará aqui comigo. Eu te amo por tudo e por nada, porque te amar, simplesmente, já é o bastante. Feliz Aniversário!

Cronografia dos sentidos

O inevitável TIC e o inexorável TAC. Parece que tudo se resume nisso, não? Tempo. Tempo de dormir, tempo de acordar, de nascer e de morrer. Sonhar. Tempo de ser e de estar, ou talvez não ser também; tempo apenas de esperar. Tudo pode ser resumido nisso, exceto o próprio tempo, pois não é feito de areia que escorre ou de páginas viradas, são momentos que se espalham desfilando sua cronologia sem direção, simultaneamente e sem idade, completamente alheios à existência como a praia que ignora por onde vão suas pegadas.

Dia desses me lembrei de você. Mas não lembrei como lembram as pessoas normalmente, em seus afazeres, em suas horas tão bem encadeadas, como se lembrar fosse nada mais que um apontamento em suas agendas; lembrar como eu também lembro, amiúde. Porque lembrar assim é fácil, e eu me lembro de cada rosto, de cada gosto, de cada riso. Lembro de detalhes que para muitos há tanto vão perdidos em alguma fenda entre as tábuas do assoalho que geme memória quando é pisado por pés incautos. Não, lembrei-me do você com o corpo todo e ao mesmo tempo. Lembrei como se em um único átimo roubado aquele instante se fundisse ao de hoje; cada partícula do meu corpo, memória, desejo, gritando o seu nome em sintonia. Foi como se eu estivesse lá ou você ali, diante e dentro de mim. E então passou, simplesmente, e eu não soube dizer pra quando foi. O tempo tornou a flutuar indiferente à minha volta, intangível e insuportável; chego mesmo a pensar que não fui eu quem lembrou, senão o próprio tempo entediado que se espreguiçou, torceu-se e lembrou inteiramente, saudoso de nós dois.

Não sei, parece que nos falta algum sentido; talvez seja o próprio tempo que me escapa, travestido dele mesmo. E nos falta um terceiro olho que não vê nunca, mas que já viu e que verá. Talvez um segundo nós que não existe agora, mas que nos é nesse entorno e assim, extratemporalmente, nos alonga e nos completa, virando o tempo do avesso, trazendo-o para dentro de nós e condensando humanamente a sua essência, dando-nos quê, onde e quando; a infinita sensação de ser a qualquer hora.

Me empresta uma xícara de pixels, vizinho?

A política da boa vizinhança é recomendável quando na mudança e nova residência algures. Mas sí­ndico é síndico em qualquer parte do mundo; por mais que se tente, ele quer mesmo é que você não faça barulho nem encha o saco — ah, claro, logo eu! Pensando nisso, fui bater na porta do vizinho, o fofo do NiER, com biscoitos e sorrisos de bom dia prá saber como era o condomí­nio. É limpinho, organizado e bem servido. E se a educação não funcionar, na hora do berro a zeladoria bem que se mexe rapidinho — eu sou uma pedra, sei disso, mas quem paga tem direito a grito.

Agora, não vê que nem bem mudei e minha antiga morada foi roubada? É sim, entrou ladrão, bem na minha cara! O (mal)dito hacker na maior cara de pau andava fazendo de sua a minha casa semi-abandonada e foi pego com a boca na botija, ontem mesmo. Esqueceu uns trecos na correria e eu bem que achei divertido brincar de detetive — esperto até, o rapaz! Às vezes ainda penso que sou geek.

Senhores, meu cartão!

Olha só o que o atencioso, talentoso, competente, criativo, dinâmico, maravilhoso, multimídia — tá bom assim, Fê? —, simpático, educado e fofo do Weno fez prá mim: meus cartões! :D

Um formal e um casual, para todas as ocasiões.
Porque você sabe como é artista, adora inventar moda!

Dando asa prá cobra

Daí neguinho vem e deixa comentário no post perguntando, numa tacada só, o que é coloratura, se Cecilia Bartoli é mezzo-soprano ou soprano dramático, como andam as composições de ópera hoje em dia e se o copo está meio cheio ou vazio.

Aí, fodeu! O resultado tá aqui.

O bom Figaro à casa torna

Arre! Será que existe algo mais pentelho que lidar com suporte? Deve, mas eu prefiro não experimentar. Isso e sistemas de telemarketing devem encabeçar a lista de danações do inferno — se é que o dito existe, o que eu duvido; quem precisa de inferno com o Maluf por aqui?

Senão, vejamos… o Figaro agora tá de casa nova! Eeeeeeeê! :D Muito mais rápido, muito mais estável — eu não devia bradar isso tão alto —, o que significa que você não precisa mais esperar uma eternidade prá deixar comentários. A-há! Não que você vá, veja bem, mas em todo caso… Isso também significa que só deus sabe o que vai acontecer com a acentuação disso aqui. Sabe como é, eu dependo de um abençoado update do Movable Type que sabe-se lá quando sai, e agora eu não posso mais enfiar o dedo porque o servidor não é meu, eu sou apenas um hóspede — em outras palavras, agora eu tenho alguém em quem jogar a culpa.

Beware, webmaster… beware…

Acabou-se o que era doce

Futuros amantes
(Chico Buarque)

Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar

E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos

Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização

Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você

Aprecio a paisagem impressa na memória, duas ilhas agora a uma distância postal. À lembrança do sol não resisto ao sorriso, o mesmo sorriso que me denunciou quando falava aqui de nós e quis me fazer de blasé; sorriso de noite mal dormida e bem abraçada, é esse o sorriso que você não viu quando vigiei teu sono, quando penso em você na imagem de dias tão vividos. Sorrio saudoso, mas quero sorrir tranqüilo.

Por onde andará você? Será que dança, será que ri? É preciso rir, veja, quando alguém nos beija; será que alguém vai lembrar de lhe fazer cócegas durante o beijo ou soprá-lo quando tudo se tornar sério em demasia? Se eu puder desejar, então é isso que eu desejo: ria! Quando os ombros ficarem pesados, ria. Quando os olhos ficarem molhados, ria. Mas sobretudo, quando você se lembrar de mim, deixe que os lábios sintam saudade das orelhas e atravessem o rosto de mansinho. Então deixe o tempo encurtar novas distâncias e veja a saudade descobrir novos caminhos para as estações dos nossos dias.

Deixo um beijo, aquele de ontem, de muito antes de ontem; não, talvez o primeiro, sem promessas, isento de agonia. Acabou-se o que era doce? Não sei, acabou o verão; quem viveu, regalou-se.

Alhos por bugalhos — *PLIM* *PLIM*

Das várias novelas passando na “Grobo” atualmente — das quais meu pai assiste todas e quem passar pela sala também — duas se chamam “Corpo Dourado” e “Da Cor do Pecado”. Ou seria “Corpo Moreno”? Não, “esse corpo moreno…” é música, tô doido.

Você saberia me dizer qual é qual, assim, de pronto? O fato é que a coisa toda é tão criativa que eu não sei direito qual é qual, só que uma é velha e a outra é nova. Mas olha só, as duas têm o Lima Duarte como rico e poderoso, nas duas ele tem um filho ou filha ilegítimo. Ou o(a) filho(a) não é dele? Eu sei que nas duas novelas tem filho ilegítimo de pai rico na jogada! Enfim, nem meu pai soube me dizer com certeza qual era o nome de uma novela e qual era o de outra quando eu perguntei.

Por que então eles não juntam as duas, fazem um blend — já tenho até o nome: “Corpo da Cor Dourada do Pecado”, perfeito! — e liberam um horário prá desenho animado? Eu acho que seria muito mais útil. :P

Cavalgadura

Minha cabeça às vezes parece a de um cavalo indócil. E tem hora que parece impossível segurar o galope; não tem rédea, brida, não tem arreio, apenas a espora do silêncio em minhas ancas. E pronto, o pensamento arranca e vai embora, o xucro, desembestando porteira afora. Meu peito selvagem ainda lembra, ainda busca o caminho do regato.

Daquelas coisas que a gente não sabe se vê, se acredita…

O que a gente faz quando duas amigas próximas e queridas sonham com a gente? Sonhos… estranhos, prá dizer o mínimo: assassinato (o meu), esquartejamento, investigação, merda, um belo de um thriller; conversa agradabilíssima a dois numa praia completamente coberta de neve (eu não consigo associar praia com neve, nem em sonho!).

Eu que durmo com a cabeça cheia e elas é que sonham. Ok, mas quem afinal vai ganhar na loteria?