Fogo pelas ventas

NNNNNNHHHHAAAAAAAAAAAAAAAAARGH!!! TAQUIOSPA!

Eu tô fulo da vida! Eu deixo de vir pra Campinas cedo, desmarco dois ensaios, não trago meu cello, rodo São Paulo de calça e sapato social carregando um mochila nas costas — ônibus, metrô, ônibus, cano, ônibus, metrô, viagem, ônibus — pra aquele povo execrável simplesmente desmarcar a apresentação do coral sem aviso prévio?! QUE ÓDIO, CARALHO!!!

Buscas

Meu! Das mais esdrúxulas e insanas buscas que chegam disparatadamente a esse blog — hoje foram 24 no total, o que é isso? —, “eu quero minha libido de volta” me espanta não pela busca em si, nem pelo fato do cibernauta ter perdido a dita cuja, mas pela idéia surreal de procurá-la num sistema de buscas como o Google!

Vamos deixar uma coisa clara: de libido aqui já basta a minha! :P Eu posso — ô, se posso — mexer com a libido alheia, mas o que eu pego eu devolvo, tá? :P

Agora, se você esqueceu sua libido aqui, sabe como é, a gente pode marcar de devolvê-la, tal e coisa, coisa e tal… ;)

Lei seca

Eita! Esta semana tem aquela porcaria daquela Lei Seca, né? Inferrrno! How to jogate ourselves? Vai ter que ser na sexta. Ou então, na casa de quem que vai rolar uma contravençãozinha básica, hein? >;-)

E por falar nisso, eu pensando que já havia se esgotado o manancial de vexames daquele sábado fatídico, mas nããão! Fui infomado que tomei não uma, mas DUAS duchas frias E O PILEQUE NÃO PASSOU!!! Como é que pode um cidadão fazer isso, nem se lembrar e estar inteiro — salvo um raladinho no cotovelo — no dia seguinte? Eu, particularmente, não entendo. Acho que é tudo parte de um complô de forças ocultas para denegrir minha alva imagem. ;P Vote em mim!

Felicidade redonda

A felicidade é redonda, tem umas folhinhas em cima e um monte de amigos doidos em volta. Ave pizza!

Teca, nhaumnahumnahumnahum… E ponto. ;) Senta a pua no porquinho!

Domi, teu arauto cafeinado tava lá que eu vi! :) E peguei teus beijos, viu? Os dois, que eu não sou besta nem nada. :-* Saudade.

A todos os demais — que eu não tô muito criativo —, meu mais sincero ONRRON! ;)

Encontro de corais

A apresentação do coral foi realmente muito boa. Mas encontro de corais é encontro de corais: mais de uma hora de atraso. :-\

Agora, eu gostaria muito de entender, muito mesmo, por que tem sempre algum grupo cantando tema de novela. ARGH! Ninguém merece!

Retrospectiva

Ih… entrei numas de retrospectiva emocional. Pois bem, que venha! Tô na chuva é pra me molhar mesmo. O medo agora é meu amigo cão-de-guarda: ladra, mas não (me) morde.

Travessia
(Milton Nascimento e Fernando Brant)

Quando você foi embora
Fez-se noite em meu viver
Forte eu sou mas não tem jeito
Hoje eu tenho que chorar
Minha casa não é minha
E nem é meu este lugar
Estou só e não resisto
Muito tenho pra falar

Solto a voz nas estradas
Já não quero parar
Meu caminho é de pedra
Como posso sonhar?
Sonho feito de brisa
Vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto
Vou querer me matar

Vou seguindo pela vida
Me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte
Tenho muito que viver
Vou querer amar de novo
E se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço
Com meu braço o meu viver

Desânimo

Saber que eu vou perder a tarde inteira do meu domingo (de Sol!) com aquele encontro de corais lá na PQP da serra dá um desânimo…

Já pra cama

E é já que eu vou pro banho e jogate myself na cama! É tudo o que eu quero.

Minto. O tudo mesmo incluiria também — e não mais que — um colo, um cafuné e um abraço deitado. Um peito pra eu recostar, me aconchegar e poder esquecer do mundo, embalado pelo pulso alheio. Só isso. Pra hoje. Pra agora. Amanhã nem precisava, mas hoje eu tô carente. Afinal, eu também sou gente.

Cansado

Eu tô só ó pó. Minhas costas só não doem porque as danadas são porretas, viu?

A casa dela é linda! Iluminada como ela. E eu fico, sim, muito feliz em ajudar, martelar, parafusar, erigir e ver naquele cantinho, naquele lar-bebê, um pouco da minha energia vibrando, cuidando, confabulando. Eu te amo e vou estar sempre aí com você. :-*

Mais pessoas.

Vi Balla, que está linda e quero ver mais.

Carpe, marmotoso como sempre, com a mão na massa e o espírito serelepe.

, pra variar, um amor, também na labuta.

E , insana e escandalosa como de costume, fazendo o seu milagre do pão. E que milagre!

Meu beijo pra cada um de vocês, meus amores.

Mammy

E já que falei de Freud, vamos falar de mãe. Aliás, falar não, vamos olhar. Você olha e me diz: não é linda a minha mãezinha? A foto é velha, mas a mãe tá novinha. :)

Sandman

O que me lembra que eu preciso reler Sandman. Quando eu li A Casa das Bonecas — naquele período efervescente chamado “adolescência” — fiquei curioso em saber como Freud interpretaria meu sonho de voar fazendo sexo. Provavelmente acharia que eu era um tarado, o que, para um adolescente, não está muito longe de ser verdade.

Sonhei muito que voava, mas nunca que despencava.

A cabeça permanecia sempre nas nuvens.

“Verdade?
Então, o que
significa quando
você sonha que
está fazendo
sexo?”

Cantada

Se alguém me lança uma dessas eu perco o rebolado fácil, fácil. ;P

Sentido?

Tô muito no pique de fazer sentido hoje não, tá? ;P Deixa eu colocar algumas coisas aqui, aleatórias, que eu tô com vontade. Depois eu fico (um pouco) sério de novo.

Festa de Oxóssi

E neste sábado, justo neste sábado, caspita, quando eu não posso ir pra Campinas, tem festa de meu pai. Oxóssi. Precisava afiar minha flecha, afinar meu arco. Senti-lo teso, pronto, mas me pego sem mira. É uma sensação estranha. Energicamente estranha, sexualmente estranha: falta-me foco, embora me sobre (e arda) fogo.

Correndo

Saí do ensaio com o saco meio que na Lua. Tô ficando sem paciência com esse trabalho e isso é mau sinal. Sinal de que eu tô fazendo pouca coisa ali — convenhamos: se é só pra ficar cantando, não vai ser num coro de empresa. Sei que pro grupo o meu auxílio é fundamental, mas pra mim já deu faz tempo!

Enfim, saí e fui pro Ibirapuera correr. Precisava pensar. Pensar em mim, pensar nas pessoas ao meu redor — cada uma, assim como eu, com alegrias, aflições, problemas e eu não consigo, nem que quisesse, passar impunemente por elas —, pensar um pouco na vida. Meu temperamento é sangüíneo e eu preciso do pulso, da corrente, da troca. Preciso gerar energia e estava sentindo o sangue grosso e pesado nas veias, preso, estancado. Será a Lua que mingua?

Tenho gana de entender (vida, pessoas, razões) e necessidade de agir, mas sinto algo se fechando em mim mesmo. Será impulso, preparação? Será a consciência trabalhando, se preparando para não receber respostas? Ou, quem sabe, ir buscá-las onde ainda não procurei?

Não saber o que dizer, não saber o que fazer é martírio demais pra mim. Algo sempre pode ser feito, mesmo que não se saiba o que.

Benedita

Ontem baixou a Benedita aqui, fiz uma revolução nesse quarto. E como isso só deve acontecer bienalmente, aproveitei.

Enquanto ressuscitava o micro joguei um monte de tranqueira fora — o que, rapaz, eu fazia com TRÊS teclados velhos e um manual do Claris Works 4.0 ainda, eu não sei —, me livrei de uma mesa que só empilhava bagunça, mudei cômoda de lugar, ajeitei, arrumei, organizei. O quarto agora tem mais espaço. Eu tenho mais espaço.

Faxina no quarto, faxina em mim. Enquanto organizava, a cabeça se acalmava, os hormônios arrefeciam. Sim, eu tava a ponto de bala, pronto pra fazer uma bobagem e pra isso tem hora. Um pouco de autopreservação não faz mal a ninguém e, toda vez que eu fiz as coisas no calor da batalha — a minha, no caso —, não foi bom, depois.

Faço bobagens, sim. Mas quero fazer só as que eu dou conta.

Corta-pileque

Drunk interrupted, o filme.
Receita para se suspender um pileque: primeiro, arranje um pileque — tomar umas brejas como se fossem água com gás, comendo calabresa num bar da Augusta com os amigos, serve. Vá assistir Cidade de Deus no Espaço Unibanco logo em seguida. O pileque passa. Ô, se passa! Principalmente quando você vê crianças pegando em armas.

Aí, aquela mão amiga apertando a sua, ali do lado, é fundamental, né lôro?

Cinema

Mas depois falamos disso que agora eu vou pro cinema ver Cidade de Deus (meda!) com o povo — especialmente a pirulita que faz SÉCULOS que eu não vejo! Fui!

System is up

System is up and running… well… actually, not *running*, but walking smoothly, indeed. :)

AFE! Me deixar sem rede é praticamente como me deixar sem telefone em casa.

Sim, eu sei que eu sou um psicopata. :P

Lá vem sonho!

Vou dormir. E não preciso de nenhuma bola de cristal pra saber com o que — *sigh* — eu vou sonhar. Maldita memória fotográfica! Maldito pudor fora de hora! :P

Cuecas

Comentei com minha mãe que eu precisava comprar cuecas. Pois qual não foi minha surpresa ao chegar hoje em casa e ver que ela havia comprado algumas. Cuecas BAD BOY! *HAHAHAHAHAHAHAHAHA*

Ai, ai… dona mammys é foda. Já tá entendendo tudo! ;)

Fogo

Que contradição: e agora, quem apaga esse fogo? Eu não tô legal. Intoxicação por zinco. :P

Bombeiro

Meu deus! Meu deus!!! MEU DEEEEEUS!!!

Alguém, por favor, me explica o que era aquilo?! Que boca era aquela? Que, que, que… mo-nu-men-to era aquele ali, de abrigo de tactel de mergulhador do Corpo de Bombeiros, parado na minha frente?! Isso é personificação de fetiche! O que, raios, ele tava fazendo ali no metrô?!

Não, diz pra mim que eu tô ficando doido: ele não olhou pra mim. Sim, olhou e direto nos seus olhos. Não, ele não fechou aquele livro (Sete mil léguas submarinas, pode?), pegou sua mochila, desceu do trem e olhou por cima do ombro? Aaaaah, ele olhou! E você, sua besta, sua anta de tênis, sua MULA, seu demente, paquiderme, lesado, INCOMPETENTE, ficou fazendo o que ali, parado, com cara de tacho, que não desceu atrás dele?! Que importa se não era a sua estação?! AAAAARGH!!!

Ô, diretor! Você aí em cima! Volta a cena, vai? Eu não sabia a minha fala: era pra sorrir, pra dizer “oi”, mas deu branco. Dá uma chance, vai? Umazinha? Por favor!

Não nadei

Não me deixaram nadar hoje. Que absurdo! Só de pirraça me esbaldei nas trufas e agora tô aqui, lambendo os dedos e sorrindo, bobo, feliz… Endorfina da boa! ;)

E já que eu não posso ganhar o abraço que ela queria me dar (produção, um teleporte, por favor!), vou sonhando acordado que isso é um filme enquanto canto pelos corredores. Ela, Ginger Roger. Eu, Fred Astaire.

Cheek to Cheek
(Irving Berlin)

Heaven… I’m in heaven,
And my heart beats so that I can hardly speak.
And I seem to find the happiness I seek,
When we’re out together dancing cheek to cheek.
Heaven… I’m in heaven,
And the cares that hung around me through the week,
Seem to vanish like a gambler’s lucky streak,
When we’re out together dancing cheek to cheek.

Oh, I love to climb a mountain,
And to reach the highest peak.
But it doesn’t thrill me half as much
As dancing cheek to cheek.

Oh, I love to go out fishing
In a river or a creek.
But I don’t enjoy it half as much
As dancing cheek to cheek.

Dance with me! I want my arms about you.
The charms about you
Will carry me through to…

Heaven… I’m in heaven,
And my heart beats so that I can hardly speak.
And I seem to find the happiness I seek,
When we’re out together dancing cheek to cheek.

Coitado de quem passar na minha frente nos próximos cinco minutos.
Ou cinco horas. Ou cinco dias, quem sabe? ;)

Filme ruim

Sinais. Taquiospa! Ô filmezinho ruim! Que lixo! Apenas mais um filme americano de invasão extra-terrestre, só que com poucos (quase nenhum) efeitos especiais. Improvável e superficial. Não é possível, eu devo ter perdido alguma coisa. :P

Telefonema

Sabe que até agora eu não sei muito bem por que você ligou hoje, no fim da manhã, né lindinha? Mas, quem se importa? ;) Eu também tô morrendo de saudade!

Lavagem

Ao invés de mudar o passado quero tê-lo comigo para plantar (e ver brotar) o futuro.

Chovendo na Roseira
(Tom Jobim)

Olha! Está chovendo na roseira
Que só da rosa mas não cheira
A frescura das gotas úmidas
Que é de Luiza, que é de Paulinho, que é de João
Que é de ninguém

Pétalas de rosa carregadas pelo vento
Um amor tão puro carregou meu pensamento

Olha! Um tico-tico mora ao lado
E passeando no molhado
Adivinhou a primavera

Olha! Que chuva boa, prazenteira
Que vem molhar minha roseira
Chuva boa, criadeira
Que molha a terra, que enche o rio, que limpa o céu.
Que traz o azul!

Olha! O jasmineiro está florindo
E o riachinho de agua esperta
Se lança em vasto rio de aguas calmas

Ah! Voce é de ninguém

Equinócio chuvoso

Como é que pode um equinócio de primavera com um tempo schifoso desses? Quero meu dinheiro de volta! :P

Ostara

Flores. A chegada de Ostara — o equinócio da primavera — faz abrir botões e meu quarto recende a jasmim: relaxamento, atração, felicidade. Nessa ordem, branca como a flor. Incenso. Não há rosas agora em meu jardim. O último botão foi cortado, seus espinhos tirados e suas pétalas vermelhas secaram, caíram e deixaram marcas de profunda saudade.

Então, para esta noite, para as minhas boas vindas à luz da primavera que se insinuará benfazeja pelas frestas da janela em me peito, escolhi cercar meu jardim com flores de jasmim. Com o tempo, quem sabe, as flores de uma pitangueira inundarão de sensualidade os meus ares, convidando as abelhas e os raios de sol. Mas ali, onde o meu solo e mais fértil, onde o meu Sol é mais forte, brotará não uma rosa, mas uma roseira. Seus espinhos exigirão cuidados, mas suas raízes agarrarão com vida o solo do meu peito. Seus botões rirão das chuvas de verão, se abrindo em flores.

Só então recenderá (sem medo) meu quarto ao incenso vermelho de suas cores.

O sono

Dormindo ao raiar do dia. A noite em meu quarto. A cama dividida com o calor do abraço amigo. Envolvente, aconchegante, tranqüilizante, desprovido de malícia ou intenção. A entrega sem medo desse amor sem amantes.

Do amigo, me basta o contato dos corpos, o cheiro da pele, a melodia da respiração, o pulso do peito. Teu peito. Meu peito. Travesseiro. Vida em minhas mãos. O enlace carinhoso de pernas e pés frios nas poucas horas melhor dormidas há tempos.

Ursinho pimpão.

Desbafo

Momento desabafo: não existe nada mais estúpido, inútil, tacanho, tosco, cretino e mal cheiroso do que o boot recovery do Windows (a saber: rwindows) 2000 uo XP.

Recuperar o quê, macho?! Meus zóvo! Como é que eu vou recuperar se você não me deixa copiar arquivo algum, exceto os do sistema que serão, obviamente, substituídos, ó besta dos infernos?! Que produto de mutação genética projetou essa birosca?

MICROSOFT, VAI TOMAR NO CU!!!
Pronto, passou…

A noite

Ah, sim, a noite de ontem.

Matt, adorei aquele sorriso no teu rosto. A gente vê que motivos não faltam. ;) E, da próxima vez, quer fazer o favor de avisar do seu aniversário antes da data passar?

Merso, gogo boy é foda, hein? ;P

Dancei loucamente. Praticamente um gogo boy ensandecido. Catarse. Suspiros. De todas as bocas, duas apenas por mim queria que fossem beijadas. Uma menina de lindos cachinhos, jeito quieto, olhos doces e carinha de moleca (ou moleque?). Não sei explicar o seu encanto — se é que para encantos há explicações. Fez-me lembrar meu primeiro amor de épocas imberbes. Puro. Mas suspeito que meu rosto barbado não era o que a agradava. Linda visão, mesmo assim.

Um menino. Simplesmente o melhor DJ da noite, a música mais dançante, o sorriso mais cativante, o ar mais doce e olhos — ah, os olhos… — que continham todo o brilho do mar de um fim de tarde. Inalcançável. Mergulhei naquela imagem de puro deleite enquanto entregava um botão de rosa e duas frases elogiosas mais que merecidas: uma à música, outra à beleza. Ele corou. Eu fui embora feliz.

Apesar do fogo, da energia, das brinadeiras entre conhecidos, ontem não havia lascívia. Ontem havia carinho, uma sensação de proto-amor, ou capacidade de amar, sem pressa, sem saber, sem pensar. Amor semente.

Almoço família

Almoço em família com ascendência italiana: o soçobrar do esforço sobre-humano de não se entupir de comida enquanto fala-se pelos cotovelos a tarde inteira.

Eu espero que os dois pratos de salada compensem os três de sobremesa. :P

Cadê o Windows 2000

Lalalalalaaá… Deram sumiço no meu CD do Windows 2000! Lalalalalaaá… Não tenho como reinstalar o sistema. Lalalalalaaá… Murphy tá com a macaca. Lalalalalaaá… Quero que se foda, eu vou é jogate myself! :P

Meu micro morreu

Requiem para um micro. Diretamente do servidor. Na madrugada de ontem para hoje meu micro, aparentemente, mooooooooorreu! O desgraçado não me deixou nem pensão, nem herança. :P Humpf! Rwindows…

E como eu tenho coisas mais importantes para fazer — viver, por exemplo, pois hoje é sábado — amamnhã eu vejo o que eu faço. Tchau!

Amanhã

E bora fazer naninha, né?

Amanhã dar aula de canto, almoçar com minha joanina-pitbull linda, resolver umas coisinhas de trabalho e cantar um pouco em roda de bamba, né mon coeur?

Depois, só deus…

Recados

Recados, recados, recados. Mensagens por todos os lados.
Mais um. Sério. Porém, esperado (obrigado). Adeus, paisagens.

É o Equinócio da Primavera (Ostara) que se aproxima.
Bem se vê pela minha euforia.
Credo! Tá tudo rimado! :P

Elogios

Hmmm… “Sutil”, ok. “Perfeito”, sei. “Super Homem”, o do Niet — e eu, tolinho, pensando que era o da cueca vermelha :P —, ONRRON!

Já disse, o homem dos sentimentos plenos eu garanto. Já o das idéias puras… tá difícil, tá difícil…

Libido

E eu que tava aqui, tão basiquinho essa semana, a libido arrefecida — onde será que eu deixei? —, quieto no meu canto, uma coisa introspectiva, meditabundo — mas não triste.

Chego da rua bufando, começo a conversar pela rede com uma amiga, com outra. Recebo um elogio inesperado — é, você mesma, minha cara psico-filósofa ;) —, agradeço, brinco, ruborizo. Recebo um “é isso sim!” embasado e o que faço? A única coisa que me resta: <:-) A alegria me invade, a euforia engancha nas zoreia, a minha bola lançada lá nas nuvens... ACHEI MINHA LIBIDO! Tinha deixado lá. ;) Energia renovada, amor-próprio vitaminado, um novo alento que cá de dentro se insinua: I want to jogate myself!!! >;-)

Mas não hoje. Quem sabe amanhã? ;)

Píndaro

Por que disseram que eu sou sutil (e outras coisinhas que me fizeram corar).

MINH’ALMA,
NÃO BUSQUES
A VIDA ETERNA,
MAS ESGOTA
O REINO DO
POSS?VEL
                      Píndaro

E, se der, dá uma empurradinha nas fronteiras do impossível, só pra ter certeza.
Não achei o original (ninguém ia entender grego mesmo :P).

Certas Canções

Cartas Canções
(Milton Nascimento / Tunai)

Certas canções que ouço
Cabem tão dentro de mim
Que perguntar carece
Como não fui eu que fiz?

Certa emoção me alcança
Corta-me a alma sem dor
Certas canções me chegam
Como se fosse o amor

Contos da água e do fogo
Cacos de vida no chão
Cartas do sonho do povo
E o coração pro cantor

Vida e mais vida ferida
Chuva, outono ou mar
Carvão e giz, abrigo
Gesto molhado no olhar

Calor que invade, arde, queima, encoraja
Amor que invade, arde, carece de cantar

Meu canto

Minha casa. Meu quarto. Meu canto. Meu não-pranto. Meu incenso. Alecrim. Ney Matogrosso. Encanto. Recosto. Suspiro. Enfim.