Carteira

E essa história da minha carteira ter sido roubada tá me dando uma dor de cabeça monstra! Meu nome tá na SERASA, mas eles não podem fazer nada. Eu tenho que ir em cada canto onde fizeram crediário pra abrir processo, verificar assinatura, averiguar e o caralho. Enquanto isso não posso usar cheques, meu nome fica sujo e só eu me fodo, é isso? Bonito… muito bonito! :-\ AAAAAAAAAAAAAARGH!!!

Sopa

Olha, eu nem tô com fome e a sopa da minha mãe é sensacional — valeu, Dona Béco —, mas eu queria mesmo é estar cravando os dentes num belo frango assado, bife ou pizza!

Escovação

UAAAH!!! Chega. -_- Vou escovar os dentes — o que vai levar aproximadamente meia hora — e vou pra cama.

A falta de dente tá se comportando muito bem, mas o processo é delicado. Ainda bem que a cirurgia do lado direito foi bem mais fácil do que a do lado esquerdo. Agora só resta eu não estourar os pontos, como eu fiz do outro lado. :) Mesmo assim o dentista ficou impressionado com a minha cicatrização. Se ele soubesse da missa a metade, costurava era a minha boca. :P

Aulas

E semana que vem minhas aulas começam e tudo se resolve. lalalalalalaaa… :)

Love is in the air

Gente… eu não tava prestando atenção, mas é tanta gente se entendendo por aqui e por ali. Será que só eu não tava percebendo isso antes? Que coisa mais linda!

É Zel e Marcelo — tá, os dois já é até abuso :P —, é Gábis e Ed, é Dedinha e Daniel, é Henry e Luana, é Carpe, é Lula, é Ricky, é um monte de gente. É tão bom!

É época de Aquários isso?

Boom de acessos

Boom de acessos!
Claro, Zel foi falar no seu broadcast-blog que eu tô namorando. :) Tá bom, mulher, tá bom!!! Eu falo: tô namorando, namoricando, me enrolando, me esbaldando!!! Levei flores e tudo. Tá bom assim? ;)

Mas isso, de forma alguma, vai virar informação pública aqui. :P

Amor Barato
(Francis Hime – Chico Buarque/1981)

Eu queria ser
Um tipo de compositor
Capaz de cantar nosso amor
Modesto

Um tipo de amor
Que é de mendigar cafuné
Que é pobre e às vezes nem é
Honesto

Pechincha de amor
Mas que eu faço tanta questão
Que se tiver precisão
Eu furto

Vem cá, meu amor
Agüenta o teu cantador
Me esquenta porque o cobertor é curto

Mas levo esse amor
Com o zelo de quem leva o andor
Eu velo pelo meu amor
Que sonha

Que enfim, nosso amor
Também pode ter seu valor
Também é um tipo de flor
Que nem outro tipo de flor

Dum tipo que tem
Que não deve nada a ninguém
Que dá mais que maria-sem-vergonha

Eu queria ser
Um tipo de compositor
Capaz de cantar nosso amor
Barato

Um tipo de amor
Que é de esfarrapar e cerzir
Que é de comer e cuspir
No prato

Mas levo esse amor
Com o zelo de quem leva o andor
Eu velo pelo meu amor
Que sonha

Que enfim, nosso amor
Também pode ter seu valor
Também é um tipo de flor
Que nem outro tipo de flor

Dum tipo que tem
Que não deve nada a ninguém
Que dá mais que maria-sem-vergonha

7 mais???

“7 mais”, Docinho — claro que eu leio vocês —, que porra é essa? É a faixa do CD?

Mas diz aí, gostou das musiquinhas, né? Então sábado vai rolar um prejuízo, né? Ó eu criando monstros. Ô inveja. ;) Mas se você quiser uma consultoria básica, estamos às ordens. Ajudo à a escolher e tal.

Minha canção

E eu ataco de Chico de novo. Mas dessa vez foi inconsciente. Foi simplesmente porque eu queria um acalanto e essa música pra mim é um dos acalantos mais bonitos.

Você sabe de onde vem a palavra “escala” e o que ela significa? Vem do italiano, scala —provavelmente do latim —, e significa “escada”. As escalas musicais são formadas, portanto, por degraus sonoros adjacentes por onde passeamos com nossa música.

Da mesma forma, galgamos degraus em nossas vidas e, seguinda a nossa escala, vencemos barreiras, superamos obstáculos e dormimos tranqüilos. Acalentados. Essa é pra você — devidamente adaptada ;) — dormir tranqüilamente.

Minha canção
(Enriquez – Bardotti – Chico Buarque/1977)

Dorme a cidade
Resta um coração
Misterioso
Faz uma ilusão
Soletra um verso
Lavra a melodia
Singelamente
Dolorosamente

Doce a música
Silenciosa
Larga o meu peito
Solta-se no espaço
Faz-se certeza
Minha canção (chanson)
stia de luz onde
Dorme o meu irmão (amor)

Dente II

E amanhã — quer dizer, hoje — tem a Epopéia do Siso II — A Revanche. Lá vou eu perder mais juízo. E lá vou eu ficar só na papinha. Ô, tristeza…

Sem as bolachas

E não é que me perguntaram a razão, ó… o porquê, o sentido, senhor, do Sem as bolachas ter esse nome?

Mas eu desafio quem quiser adivinhar, pois o nome não tem, latu sensu ou strictu sensu — foi Docinho que soltou essa, claro, não eu :P —, qualquer relação, seja ela sociológica ou metafísica, com as garotas-propaganda da Tostines. Não tem nada a ver com orientação sexual. Niente. Nothing. Rien. Nichts.

Isso é coisa daquele povo maravilhosamente doido e suas histórias cearenses (mais o Lula, que já ganhou seu macaxeira-card).

Quando eu aprender o sotaque eu conto. :)

Zinhazona

Menti. Faltava uma e derradeira pessoa bulachenta a conhecer: Zinhazona, aquela cujo pandeiro ela diz que não presta. Será que eu deixo ela nessa ilusão? Presta, sim mulé!!! Um beijo cafunguento procê! :-*

Jessye

Hein? Jessye Norman não vem mais? Mas… que puxa! Também não era pra tanto, eu nem tava com vontade de pular da ponte mesmo.

Agora, bem que ela podia voltar com precinhos um pouco mais camaradas, né não? Ou me mandar um convite, já que é pra delirar de com força. ;)

Da ponte

** Post emitido de sobre a ponte mais próxima **

Eu quero morreeeeeer. Eu vou me mataaaaaar. Por que, meu deus? Por que eu não posso ir assistir a Jessye Norman no Teatro Alfa, ó senhor? ABUAAAAAAAAAAAAAAA?!!! Por que os ingressos custam de R$180,00 a R$360,00? AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARGH!!! Eu ia precisar de umas três ou quatro carteirinhas de estudante pra comprar um ingresso desses, caralho!

*SCHUINFS*, *SCHUINFS* e digo mais, *SCHUINFS*.

Boca de caçapa

Carpe Diem, que tem uma boca de caçapa e uma língua que não lhe cabe dentro, fica publicando e bradando aos quatro ventos todo e qualquer elogio que eu faço à galera, né? Ô coisa, quer parar de me entregar, caralho? Eu fico encabulado, inferrrno!

E por falar na comunidade bulachenta, quando é que vocês vão habilitar comentários nos posts, hein? :P

Pobre

Tô pobre. :-\ Não dá nem pra ir tomar um choppinho. Ô realidade dura e inevitável… que coisa mais chata.

Fênix II

UIA!!! Esse site descreve como eclipses totais do Sol inspiraram o antigo símbolo do disco solar alado, o mito da Fênix e vários outros Pássaros de Fogo míticos.

Olha que loucura
essa foto
!

Fênix

E eu não sabia que o mito da Fênix tinha tantas variações étnicas. Achei umas coisinhas interessantes.

“Like Heroditus says, the Phoenix is a large eagle like or heron like bird with red and gold feathers (although the Chinese phoenix has five colours). The bird is also known to have a beautiful song. The bird is supposed to be very long-lived with a life span of, according to various accounts, 500 years, 540 years, 1000 years, 1461 years or even 12 994 years. This is the Phoenix as we know it, the bird that is self-reincarnated from its own ashes.”

E na mitologia chinesa temos um paralelo com o Fêng-Huang.

“This bird, the Chinese equivalent of the phoenix, has three legs and lives in the sun. The Feng is the male and the Huang is the female, together symbolizing everlasting love. They have the head and comb of a pheasent and the feathers of a peacock. The plumage blends the five colours and the song of the bird is the harmony of the five notes.”

Interessante! Uma ave canora. :) Cinco cores, cinco notas na harmonia em uma cultura oriental. Será que a música chinesa faz muito uso da escala pentatônica — escala de notas formada apenas por cinco notas —, assim como a música japonesa? É bem possível, esses dois já se invadiram tanto ao longo da história. Mas isso é tema para pesquisa posterior.

Aqui tem mais um textinho que relaciona brevemente o mito da Fênix em várias culturas. E eu nunca tinha atinado para o fato de que o Pássaro de Fogo, tema da suíte orquestral — na realidade, um balé — de mesmo nome, de Igor Stravinsky, é a versão russa do mito. Que mané que eu sou! :P Só que eu não achei nada especificamente sobre esse mito. Depois eu vejo.

Fim de semana

Esse fim de semana foi um verdadeiro presente dos deuses. Sério. É até difícil explicar tudo aqui, muita coisa de uma vez. Basta dizer que, por alguns mágicos momentos, eu tive a sensação de nunca ter me sentido tão seguro na vida. E eu não tô falando de segurança física, mas de segurança emocional. Uma coisa que não é tangível, mas que é absolutamente sensível e envolvente. Algo que te carrega, mas não te empurra, sabe como é? Acho que sabe… :) E o melhor, posto que todo mundo sabe que esses momentos não são eternos, é que a minha memória se inunda com todo o carinho que eu recebi nesse fim de semana.

Sexta-feira foi aniversário do Ed, com festa surpresa na casa da Zel. Minha contribuição módica e brigadeirística tirou 10 no quesito sabor e zero no quesito “enrolabilidade”. LOL! Paciência, vai de colher mesmo.

E eu tô tão feliz, mas tão feliz com a quantidade de amigos novos que eu encontrei! Conheci toda a Comunidade Bolachuda e os plus ultra da gang. Já conhecia Carpe Diem e Balla e conheci Lula, Carol, Thais, Gato, Alê, e a famigerada Docinho, a super-poderosa doçura de damasco azedo — por enquanto me enganaram, só vi a doçura, nada de azedume. LOL! Adorei todos e cada um deles. Cantei semi-bêbado — ô senhor… por que eu faço dessas coisas? —, fiz massagem e fiz mais brigadeiro. Fiz o diabo! Ê lasquera!

Fui ao cinema, passei no Gábis, vi a mãe da Zel que eu não vejo faz tempo.

Fui tão puramente feliz que quase dá medo. Mas eu não vou cair nessa armadilha, não. Medo, não. Eu mereço.

Mas, EITA que sono da porra que eu tô hoje. O puro pó de tanta leseira. ;) Ê TREM BÃO!

Bosta*Spot

Bucetas galopantes! Essa meleca do Bosta*Spot tá fora do ar de novo? É festa agora, é? Que inferrrno! :P

Bom dia Sol

*HAHAHAHAHHAHA*
Bom dia, Sol!
Bom dia, Céu!
Olá, Nuvens!
Bom dia, platelmintos!
Bom dia, asquelmintos!
Como vai, Dona Pedra?

ãh? Não… endoidei não. LOL!

Feliz

Ah… e eu tô feliz, viu? Sei lá, simplesmente feliz, não vou questionar felicidade não. Não hoje, não nesse fim de semana. Pra quê? Eu já questiono as coisas demais. Plus desgraça, como diria a .

Hoje acordei feliz, fui me encontrar com uma amiga — uma amiga, não, A amiga dos tempos de IME — com quem eu não falo desde o ano passado e fiquei mais feliz por ela. Fui ver o apartamento que ela e o namorado (noivo ad libitum) tão comprando e reformando. Comemos no Burdog — puro gÔÔÔÔÔrdo (© Sem as Bolachas) — e papeamos pra dedéu. Fernanda, você é um amor!

E o melhor é que agora só me resta sair e exercitar minha felicidade um pouco mais. ;) la-la-ri-la-laaaaaa…

Que coisa ridícula, tô puro missionário do CVV hoje. *HAHAHAHHAHAHAHHA* Ninguém amola gilette no pulso na minha frente hoje!

Arquivos do Marcelo

Putz! Marcelo, eu fiquei de ver os seus arquivos, né? Esqueci, viu? ;) Esqueci, mas lembrei. Lembrei, mas tô saindo. Tô saindo, mas depois eu vejo. Prometo. A cabeça tá no mundo da lua, mas volta. Ah… a causa é boa, né? :)

Inspiração

E por falar em inspiração, lá vamos nós de novo… tô com preguiça de traduzir, vai a do libretto mesmo :P

Voi che sapete
Che cosa è amor,
Donne, vedete
S’io l’ho nel cor.
Quello ch’io provo
Vi ridirò;
E per me nuovo,
Capir nol so.
Sento un affetto.
Pien di desir
Ch’ora è diletto,
Ch’ora è martir.
Gelo, e poi sento
L’alma avvampar,
E in un momento
Torno a gelar.
Ricerco un bene
Fuori di me,
Non so chi’l tiene,
Non so cos’è.
Sospiro e gemo
Senza voler,
Palpito e tremo
Senza saper,
Non trovo pace
Notte né dì:
Ma pur mi piace
Languir così.
Voi che sapete
Che cosa è amor,
Donne, vedete
S’io l’ho nel cor.
You who know
what love is,
ladies, see
if I have it in my heart.
What I experience
I shall explain:
it is new for me,
I don’t understand it.
I feel an emotion.
Full of desire
that is now pleasure,
now torment.
I freeze, then I feel
my soul catch fire,
and in a moment
I turn to ice.
I seek a happiness
outside myself,
I don’t know who has it,
I don’t know what it is.
I sigh and groan
without meaning to,
I shudder and tremble
without knowing it,
I find no peace
by night or day:
but yet I like
to languish like this.
You who know
what love is,
ladies see
if I have it in my heart.

(Le nozze di Figaro, Mozart — ?ria de Cherubino)

Maníaco do Chantilly

Não! E o Marcelo de maníaco do chantilly? Tá de mijar de rir. LOL! O cidadão só se esqueceu de dizer que ali a vítima era eu. *HAHAHAHHAHAHAHHA* É verdade. Pô Marcelo! Que fixação em me colocar em situações constrangedoras! :P Primeiro sorvete derretido — né, ? —, depois chantilly — “né ninguém” que eu cortei o barato dele.

Vixe… tenho até medo de pensar qual vai ser a próxima inspiração. :)

Amarelo

Ha! Amarelo, na infância, sempre foi minha cor preferida. :) Depois vieram todas as outras, mesmo porque uma cor só não me define.


YELLOW



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Convalescença

Pra variar, contrariando o padrão habitual de convalescença, dormi como uma pedra e acordei bonzinho que só. :) Sem inflamação, pouquíssimo inchaço, sem dor, sem ardor. Acordei, inclusive, dormindo virado pro lado errado, a besta. Eu sou meio Wolverine, mesmo. Nada, é essa viralatice nata, coisa de gato vira-lata. ;)

Sabia não? *Momento Mundo Animal*: Os gatos, principalmente os vira-latas, geralmente têm uma recuperação tranqüila e rápida no pós-operatório. O problema é manter os bichinhos quietos no canto deles, sem arrancar curativo, gaze, ponto… Così come me. :P Eu quero mais é rosetar.

Ou seja, me dá mais um dia e traz a feijoada, por gentileza. Ou a pizza, ou o churrasco, ou o pão italiano, hmmm…

Dor

Não dói tanto assim, levando em consideração o trabalho que tiveram pra tirar esse dente daqui. Não, não dói, nem inchou muito. É incômodo. Tá dolorido, mas não tá latejando. O foda é que não dá pra comer direito que arde, não pode falar muito que sangra, não dá pra cantar, não posso fazer exercício… ou seja, NÃO POSSO FAZER NADA, CARALHO! QUE INFERRRNO!!!

Se essa garganta não me tivesse azucrinando já tava muito melhor. Ah, droga… semana que vem tem o outro ainda. Maravilha.

Babando

Tô babando pra comer, caralho! Que mico… Mas ainda consigo assobiar. :)

Por falar nisso, eu sou meio demente mesmo. LOL! O dentista que tava com a mão na massa — tinha dois — uma hora parou e ficou olhando pra minha cara. Eu fiz aquela cara de “que foi?” e ele começou a rir. Eu estava cantando.

Ué? Não tinha nada pra fazer. Não tinha um espelho pra eu ver a cirurgia — é, eu queria, já falei que eu sou demente — eu comecei a pensar nas minhas músicas. Daí danou-se, comecei a cantar. Primeiro indício de um juízo sendo etirpado (ai, credo!) extirpado. :) LOL!

Dente 10 x 0 Dentistas

Score da cirurgia: Dente 10 x 0 Dentistas

Putaquepariu, que dente mais difícil de tirar! Dente de taurino, claro. Teimoso que nem a peste. Quase uma hora e vinte pra tirar UM dente que, também, estava completamente deitado. De tanto abrir a boca — esticaram tanto meus beiços que são eles que tão meio inchadinhos, aliás, só eles —, quase vira do avesso.

Acho que isso vai doeeeeer. O pior é que eu tenho mania de ficar mexendo com a boca, brincando com a língua. Tofu…

Invernico

EI! Cadê o verão, roubaram? Até em mim deu um friozinho agora. Eu quero um cobertor! Não, não, esse eu tenho. O de orelha, por favor. ;)

O que será (À flor da pele)

Aaaah, foda-se! Aviso para os devidos fins que estou desligando meu cérebro. Entrego pra deus.

O que será (À flor da pele)
(Chico Buarque/1976)

O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita

O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite

O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os tremores me vêm agitar
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os suores me vêm encharcar
Que todos os meus nervos estão a rogar
Que todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz implorar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo

Lindeza

Mas o dia tá uma lindeza, lalalalalalalalaaa :) Se eu não estivesse com a garganta ardento iria correr, mas eu vou mesmo é resolver uns pepinos bancários.

Contei não? É mermão… eu super se fodi. Quem é desocupado desde o ano passado e lê isso aqui vai lembrar que minha carteira foi furtada — subtraída, aliviada, afanada — no ano passado, lá na UNICAMP. Pois bem, acharam meus cartões — devidamente cancelados, assim como os cheques — e documentos, exceto RG e habilitação.

Qual não foi minha surpresa esse fim de semana ao descobrir que meu nome tá na SERASA por causa de UNS crediários por aí. Crediários? C&A, Pão de Açúcar, televisão, coisinhas básicas, sabe?

Só tem uma coisa que eu não entendo… Advogados de plantão, por favor me esclareçam: eu não deveria ter sido *comunicado* antes de terem colocado meu nome no pau? Fui não. É o fim da picada, mais um pepino. *sigh*

Criança histérica

Na boa, tem alguém mutilando uma criança aqui na rua, só pode ser! A bichinha tá parecendo a própria vítima de filme de terror. Tá urrando a plenos pulmões! Ô, cidadão! Faça-me o favor, comece pelas pregas vocais, sim?

Detesto criança histérica — não criança peste, essa é divertida :) — que berra, berra e berra porque sim ou porque não. Aliás… detesto gente histérica, em pânico. Dá vontade de dar uns bofetes! :P Meu lado enxaqueca alforando. LOL!

Blogspot

Esse blog*spot tá um cu de boi, hein? Abre, não abre, abre de novo… Pior que a usina de Angra, credo! :P

Mousse de maracujá

Eu sou mesmo um retardado. :-\ Dei uma colherada com gosto numa mousse de maracujá que mamãe fez. Azedinha… Só que eu esqueci que eu tô com faringite, caralho! Tô vendo estrelas até agora. Ai…

Chá preto

Argh, credo! :P Como chá preto é ruim! Queria algum chá quentinho pra tomar e só tinha essa joça. Devia ter tomado água quente. Mas isso é coisa da louca da Zel, ela que gosta de água quente. :)

O que será (à Flor da Terra)

Será?

O que será (À flor da terra)
(Chico Buarque/1976)

O que será que será
Que andam suspirando pelas alcovas
Que andam sussurrando em versos e trovas
Que andam combinando no breu das tocas
Que anda nas cabeças, anda nas bocas
Que andam acendendo velas nos becos
Que estão falando alto pelos botecos
Que gritam nos mercados, que com certeza
Está na natureza, será que será
O que não tem certeza nem nunca terá
O que não tem conserto nem nunca terá
O que não tem tamanho

O que será que será
Que vive nas idéias desses amantes
Que cantam os poetas mais delirantes
Que juram os profetas embriagados
Que está na romaria dos mutilados
Que está na fantasia dos infelizes
Que está no dia-a-dia das meretrizes
No plano dos bandidos, dos desvalidos
Em todos os sentidos, será que será
O que não tem decência nem nunca terá
O que não tem censura nem nunca terá
O que não faz sentido

O que será que será
Que todos os avisos não vão evitar
Porque todos os risos vão desafiar
Porque todos os sinos irão repicar
Porque todos os hinos irão consagrar
E todos os meninos vão desembestar
E todos os destinos irão se encontrar
E o mesmo Padre Eterno que nunca foi lá
Olhando aquele inferno, vai abençoar
O que não tem governo nem nunca terá
O que não tem vergonha nem nunca terá
O que não tem juízo

Dente e garganta

Ô, bucleta! Minha garganta tá irritada sem razão aparente. Digo, febre, gânglios, tosse ou algum sintoma alérgico que eu conheça. Nenhuma alteração vocal… boa hora pra eu arranjar uma faringite. Pra quem nunca fica doente, realmente arranjar uma faringite bem no dia que vai extrair um molar do siso — vai faltar outro ainda — é uma mira e tanto.

E por falar em juízo, tavez não me faça falta. Quem sabe eu não me torno um pouco menos cerebral, vai ver é isso que falta pra eu ajeitar minha vida. :) Um pouco menos de juízo em certas áreas. Num sei não…

Dente e garganta II — a missão

Eita porra! Trote no dentista, essa pra mim é nova. :P

Alguém devia ter me passado uma receita pra tomar uma hora e meia *antes* da cirurgia e não passou. Agora, se foi o dentista ou a secretária que esqueceu, não sei. Bonito é que o moço queria marcar a cirurgia pro sábado. Ao que eu pergunto: e na bunada, não vai dinha? Vai marretar minha boca no sábado? Tá louco? Aproveita, costura ela e coloca uma placa, “Em obras”, porque é o único jeito de me comportar. Era só o que me faltava.

E por falar em comportamento, acabei de descobrir que eu não vou arrancar dois molares do siso, vou é arrancar os quatro de uma vez! Dois em uma marretada, dois em outra. FODEU! Alguém prepara o laudo de insanidade porque eu não me responsabilizo mais pelos meus atos! *HAHAHAHAHHA* Despiroco de vez e aí quero ver quem segura. :P

Ô! Se ele não detonar os meus dentinhos eu vou guardar. :) Não tenho nenhum dente meu guardado, acho.

Marcelo

Ih… e no sábado lá no jantar o Marcelo me pediu pra ver não sei o que lá no blog dele, só que ele esqueceu de mostrar e eu esqueci de perguntar. Sorry…

Ontem

Ontem… mas o que eu digo sobre ontem, meu deus? Digo que estava feliz? Estava, e muito. Estava confuso? Estava, um pouco. Fazia importância? Er… não, na realidade não, ainda não. Talvez não faça nunca, talvez não faça mais. Não sei dizer.

Ontem o jantar na casa da Zel, pra variar, foi maravilhoso. Mas foi mais, foi mágico. Foi sim. Foi lindo, foi leve, foi alegre, foi tudodebom. Foi especial.