Ah! Sim… a pessoa

Ah! Sim… a pessoa ainda não me respondeu, claro. Acho que vou desistir dessa história. Onde é que fica mesmo o botão de desliga?

Pra completar, minha voz foi pra cucuia por causa de uma crise alérgica das mais estranhas (eu quase não espirrei, caramba!). Claro que foi bem na semana que eu tinha avaliação de regência, última aula de canto, tive que castar um monte, fazer o solo e o caralho. Enfim… vou tentar ser o mais mudo possível até o fim de semana. Mentiiiiira (by Chico Buarque).

Piada da semana, contada

Piada da semana, contada por uma amiga minha, pianista e dona de uma boca santa.

P.: Sabe qual a diferença entre Deus e um maestro?
R.: Deus não pensa que é maestro.
Comentário meu: Ué? Incompetência dele! *HAHAHAHAHA*

Ai, ai… brincadeira. Hoje eu tô mais pra ergo sum bagus plenum. :P

Eita, que semana longa!

Eita, que semana longa! Não acaba nunca e eu quero ir pra casa. É, pois é, tô carente. Sei lá porque bateu isso agora, e a essa hora. Enfim… Vamos ver se eu me entendo com esse fim de semana.

Interlúdio entre Análise e

Interlúdio entre Análise e Orquestração.
Eu preciso dizer uma coisa aqui, rapidamente.

EU NÃO AGUENTO MAIS!!!
EU *respira* QUERO *explode* FÉÉÉÉÉRIAAAAAAAS!!!

Hoje, basicamente, tudo deu

Hoje, basicamente, tudo deu errado :P Não saí, fiquei sozinho, não consegui estudar direito — pelo menos canto eu consegui — e tenho um monte de coisa pra fazer ainda.

Meu nariz está me incomodando e acho que dessa vez a rinite vai me pegar. Eu só espero que não seja uma gripe. Não agora. Como eu não fico gripado nunca, não sei distinguir direito os sintomas. Sem dores no corpo, mas a cabeça tá inchada e pesada.

Muita calma nessa hora! Rezem por mim que a semana vai ser punk. Espero que, pelo menos, a pessoa me responda como prometeu. Seria um nó a menos.

Eu não deveria estar

Eu não deveria estar aqui, mas eu não consiiigo! Fim de semana: mais ou menos uma merda. Em pleno inverno (ou outono, sei lá) a Sagração da Primavera me salvou. John Neschling regeu a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo com maestria. Eu não gosto da regência do Neschling, acho muito displiscente e um tanto antecipada demais. Mas, não há como negar, a orquestra estava todinha sob a batuta dele. Stravinsky deve estar feliz. Quer dizer, não deve estar não porque o prelúdio de Bach ao celular não deve estar escrito, não. Foi boniiiiito, bem na pausa. Em outra peça, provavelmente o Neschling iria se virar e fuzilar a infeliz que não desligou o dito cujo. Mas, como a Sagração exige uma concentração inumana, ele se limitou a segurar a pausa da orquestra até que a perua achou o brinquedo na bolsa. Vaca!

Quem me salvou, na realidade foi uma colega minha que me ligou já de tarde dizendo que tinha um, apenas um ingresso sobrando. Eu disse sim, quero, claro! O concerto para cello de Dvorák que foi executad antes também foi divino, mas a regência foi meia boca.

Eu odeio me sentir

Eu odeio me sentir impotente. Principalmente impotente diante dos problemas das pessoas que estão ao meu redor. Certa vez uma amiga minha da faculdade disse que eu devia pensar um pouco mais em mim. Eu penso, mas eu sofro mais com os pepinos dos outros. Engraçado isso, não sei se entendo muito bem. Não quer dizer que quando eu estou perdido num mar de lama eu não estou nem aí, mas o sentimento é diferente. É isso. Quando eu estou fodido, me dá uma tristeza, um desânimo, penso em músicas que combinem ou interajam com o meu estado de espírito (vide fim de semana passado)… Mas quando meus amigos estão lascados me dá uma angústia, uma pontada de desespero. Eu simplesmente tenho que pensar em alguma coisa e ponto.

E eu continuo dando

E eu continuo dando baile nos professores de canto. Ê, laiá! Dessa vez foi a vez de dois antigos mestres do Coralusp. Minha antiga regente, Sandra Espiresz, me ouviu, atentamente. Atentamente *demais* eu diria — eu odeio aquela cara de “OPA! O que é isso que eu tô ouvindo aqui?”. Gostou muito da minha voz, elogiou, mas ainda tem dúvidas se eu sou mesmo um tenor ou não. Se eu tivesse cantanto em coro certamente seria com os tenores. É cedo, por incrível que pareça, para dizer. Pois por mais que eu já esteja com 25 anos, faz muito pouco tempo que eu estou mudando o meu padrão de emissão vocal. Até hoje fui um feliz barítono. A coisa é complicada assim mesmo, pois não interessa se eu vou até o agudo como um tenor, é a *qualidade* desses agudos e *onde* eu aciono certos mecanismos que conta.

Não contente, fomos ouvir a opinião de outro professor que é puta velha na área, Baldur Liesenberg. Eu tava meio inibido, devo confessar. Mas, depois de um simples e efetivo “toque”, eu vocalisei até a estratosfera e voltei. Tenoríssimo! Até a Sandra, me parece, se impressionou. E eu não sei o que eu faço. Quer dizer, sei, não faço nada. Continuo estudando e vamos ver onde isso vai parar.

Ciberneticamente falando, há um dilema. Eu vou ter que mudar o título do blog. Figaro, é um personagem ba-rí-to-no! Aliás, meu sonho, quero fazer esse papel ainda. Acho que vou mudar o nome do blog para Tenormorfose! Chamar-me-ei Kafkaruso, a barata cantante. Que tal (com exceção da barata)?

Que frio da porra!!!

Que frio da porra!!!
Tá, eu gosto de frio, mas me pegou de surpresa! Acordei quarta de manhã num frio naquela cidade campineirade dar dó. Mas um diazinho medonho, garoento, quase que eu não saio da cama. Em compensação, hoje o dia foi frio também, acordei gelado — vou precisar de mais um cobertor, ou vou ter que mudar de casa, não dá — mas com um dia tão liiiiiindo!!! O outono e o inverno têm uma luz que o verão não tem. É mais azul o céu! :)

Santa Virgem Maria… A

Santa Virgem Maria…

A Lua hoje nasceu
pouco antes do Sol,
marota como um
sorriso.

Mas não antes da
Estrela da Manhã
que certamente piscava
pra mim.

Dispo-me de todas
as máscaras
para poder ver
melhor.

E vejo que o Sol
que surge é o
mesmo Sol de
ontem.

Porém há nele, assim
como em mim,
um “tremor radioso”,
uma força renovada.

A névoa que se levanta
Clareia o ar
e o torna
mais leve.

E o canto que a
minha boca entoa
é hoje a mais pura
essência de minh’alma.

Música do momento: Mãe

Música do momento: Mãe da manhã, cantada pela Gal Costa no disco O Sorriso do Gato de Alice.

Há momentos em que você precisa e pede ajuda. Há momentos em que você precisa, mas não pede ajuda. E há momentos em que você simplesmente não sabe nem onde, nem como, nem porquê. Você simplesmente sente que algo tem que fazer sentido e que de algum lugar vem a força que te ergue e impulsiona. A Música é o que me coloca mais perto do que eu talvez possa um dia chamar de Deus. E Mãe é o conceito que melhor sintetiza pra mim a força criadora que carregamos dentro de nós.

Nesse momento, com essa música, eu rezo.

Muito bem… é hoje

Muito bem… é hoje ou nunca porque amanhã não vai dar tempo. Vamos ao feriado que passou e não parou. Engraçado… a ordem dos eventos desse feriado está meio embaralhada na minha cabeça. E eu nem uso drogas.

Quinta
Após ajudar a Zel na casa nova e ir pro bar ela me deixou em casa e eu vim pro quarto, liguei o micro, olhei emails… e bateu uma carência profunda (e um certo excesso de hormônios na corrente sanguínea). Que remédio? Ah, sim! Mais uma aparição da assombração paterna. Ô diacho!!! A casa inteira dorme, meu quarto está fechado e de repente surge das trevas do corredor o cidadão. Sem bater, é claro. Pára tudo que eu tô maluco!!! A porta do meu quarto range quando é aberta. Mas quando ele abre, NÃO RANGE, caralho!!! Como é que pode uma coisa dessas? Só pode ser assombração. :P Ele lembrou de algo muitíssimo importante que tinha que pegar no meu quarto, ás 2 quase 3h da manhã. Um bilhete da super-sena. :-\ Eu posso com isso? Por que não dorme??? Sem falar no susto que eu levei, porra!

Sexta
Passei o dia entre uma coisa e outra. No fim da tarde fui andar com minha mãe — momento fitness. De noite levei um dispensão. Aquela coisa… eu cheio de amor pra dar e a pessoa me dá um *puta* beijo e vai-se embora. Aliás, me manda embora que ela ia sair. Isso, definitivamente, não se faz. Foi aquela paudurescência o resto da noite. No meio da madrugada, toca o celular — esqueci essa porra ligada —, eu atendo e a pessoa assim, audivelmente fora do seu estado normal:

P: Então… o que você tá fazendo?
Eu: Dormindo, por quê?
P: E você… não vai sair mais então?
Eu: E o seu encontro?
P: Não deu certo?
Eu: Ah, tá. Que pena.

Vai te catar, caramba! Eu tô disponível, mas não tô em promoção. :P

Sábado
Hopi Hari!!! Ir ao parque de diversões em dia de orgulho gay é muito mais divertido do que em dia normal. Acertei em cheio levando minha irmã, ela se divertiu à beça! Só que, quando chegamos em casa ela soltou um “Tô com saudades do Ju” que estraçalhou meu coração. Se eu pudesse chorar por ela, o sertão viraria mar.

Eu na rede, o ICQ toca. É a pessoa perguntando por mim. Me chamando, enfim, me atiçando. E o trouxa vai. E beija e amassa e ela volta pro micro (???) Diz que queria me ver, mas não fica ali comigo? Eu não entendo isso! E a pessoa não entende que eu preciso do olho no olho, corpo *e* mente presentes enquanto durar o momento, nem que seja uma série de beijos. Nem que seja só pra ficar olhando. Eu gosto disso. Conversa de pé-de-ouvido. Mas entende que eu tô indo embora, que eu tô passado e deixa escapar um leve “foi mal”.

Domingo
Gastei uma hora do meu precioso dia escrevendo um email que a pessoa ainda não leu. Me chama pra sair, mas eu não posso. Tenho que estudar, mas tá difícil. Ô como tá! Se a pessoa soubesse como tá difícil pensar…

Muita coisa a ser

Muita coisa a ser dita, muito consaço, alguma confusão nessa minha cabeça oca — eu não sei porque eu arrumo sarna pra me coçar. Fica pra amanhã.

Mas eu não posso ir dormir sem dizer que o dia hoje no Hopi Hari foi tudo que eu precisava nesse fim de semestre. :)

Ah! Sim… o site

Ah! Sim… o site do Metropolitan Opera também merece uma boa visita — que eu, decididamente, gostaria de fazer ao vivo e à cores mesmo. Além de várias informações históricas sobre a companhia, o site tem a sinopse de várias óperas.

Pra você que pretende ir á ópera, uma dica: estude antes. Leia uma sinopse, procure saber do que trata o enredo. Algumas produções projetam legendas, mas nem todas o fazem ainda.

Momento musical Meninos e

Momento musical

Meninos e meninas, vocês já foram à ópera? É, é, aquele monte de gente berrando no palco — berrando o nome da sua mãe, ô desgraçado! Hunf!!! :P

Ópera é, basicamente, um teatro cantado e tocado, só que a música tem uma importância muitíssimo alta, o que faz com a linha interpretativa esteja atrelada à linha musical. E da ópera é que surgiu o musical, forma teatral muito difundida no mundo de língua inglesa no séc. XX e que se desenvolveu a partir da ópera cômica e do teatro burlesco em Londres, no final do séc. XIX, alcançando sua forma mais duradoura na obra de compositores norte-americanos como Jerome Kern, George Gershwin, Cole Porter e Irving Berlin, nos anos 20 e 30. Mas isso já é assunto pro Music..Música.

Pra quem interessar, um bom ponto de partida pro mundo da ópera é o OPERA World. Confiram!

Eu tô um relapso

Eu tô um relapso dos bons com isso aqui. Várias coisas pra dizer e uma pregui… :) Bom, eu tô em fim de semestre, e vou ficar maluco logo, logo. É, mais maluco. :P

Essa semana a Lia — mais uma Lia, e carioca também — me escreveu. Parece que gostou do meu blog. Brigadinho, viu? Nas férias eu pretendo dar um upgrade nele (geek é foda). Atualizar os links, colocar link pro Music..Música(Vixe! Faz temo que eu não escrevo! Tô devendo falar sobre Fuga e Classificação Vocal. Temas faciiinhos…), Odeio, Adoro, Absurdetz, etc. Aliás, essa moça além de geek é soprano. Você canta, Lia? :) Ah, sim, e doida. Adorei o seu Conga Conga Conga! A sessão freak desse zine é demais e as simpatias pro dia dos namorados são puro humor geek.

Ontem a Zel veio me pegar aqui pra ajudar lá na casa nova. “Alilás”, a fofa esqueceu de dizer que quem montou o armário do quarto dela fui euzinho da silva, mas tudo bem. :P Voltando à vaca fria, não deu pra fazer quase nada. O principal objetivo era instalar o chuveiro, mas no banheiro de cima não tinha torneira — eletricidade tinha, quase mo torrei, *odeio* choque — e no de baixo não tinha luz. Enfim, instalei a luz no banheiro de cima e decidimos não furar os azulejos da cozinha e deixar isso pra quem tem mais prática.

Pegamos a Renata e fomos pro Lapejo, o cafofo mais surreal que eu já vi na minha vida. Coisa de Renata, claro. Aliás, Rê, foi boa a sua noite? (hihihi)

Cheguei em casa, lá pelas 2h da madruga com hormônios demais nas veias. Saco! :P

Gostei disso aqui. Coisa

Gostei disso aqui. Coisa do Will, o jedi hermético ;)

das poucas vezes em que tudo
da idéia se encostou no momento.
depurou-se em plasma e soro, a natureza infima.
da dor decantou-se o sentimento.

E do sorrir diminuto
o lábio entreaberto,
os olhos cerrados.
Por um instante alheios a tudo.
encostam-se novamente nos momentos.
corro solto, e grito aos quatro.
que da gente sobramos nós, isentos.

Achei que não tava

Achei que não tava muito cansado ontem. Fui dormir planejando acordar umas 8 ou 9h. A-hã, acordei meio-dia… :(

Decidi que eu vou

Decidi que eu vou começar a fuçar os IPs de quem está tentando fazer arte aqui. Ué?!!! Por que o drama? Direitos iguais, não é essa a onda? Resta saber se eu serei mais competente >:-). Um deles eu já vi que roda Linux. Muito bem, mas deixa telnet aberto! Muito mal. :P

Why do you, stupid

Why do you, stupid ones, keep trying to get in my server as root, via FTP or POP? Can you figure that the root simply cannot get in via network? C’mon! At least put your brains to work!

Hint: Don’t even think about telnet. It’s closed! :P

E o apagão, pelo

E o apagão, pelo visto, tá apagando a inteligência do pessoal do Laboratório de Informática aqui do Instituto de Artes. Passei lá e vi que metade dos computadores estavam desligados — e *não* poderiam ser utilizados. Perguntei, ma per chè — detalhe para a mãozinha gesticulando no melhor estilo carcamano — e fui informado de que era para “contenção de energia”. Primeiro, contenção de cu é rola! Não tem nada sendo contido. Que eu saiba, ninguém guarda eletricidade em casa como água no tanque. Segundo, DE QUEM FOI A BRILHANTE (foi inevitável) IDÉIA DE FAZER ISSO NO ÚLTIMO MÊS DE AULA??? O que eles querem ver, alunos se degladiando por causa dos trabalhos? Mas é cada um que me aparece…

Como diria uma grande amiga minha, tem dia que a noite é escura! Não seria mais apropriado. :)

E a Clá tá

E a Clá tá lá enchendo a minha bola e me chamando de fofíssimo. :) Ao que eu rebato: Fofíssima é tu, lindinha! :-*** — eu tô vendo que o dia em que a gente se encontrar vai ser um chororô que só :)

Eu tô aqui em

Eu tô aqui em Campinas, mas na realidade eu queria era estar em casa fazendo cafuné na minha irmã que tá num momento *bem* difícil. Sugeri que ela escrevesse e isso me lembrou uma música.

Valsa para uma Menininha
(Toquinho e Vinícius de Moraes)

Menininha do meu coração
Eu só quero você a três palmos do chão.
Menininha não cresça mais não,
Fique pequenininha na minha canção.
Senhorinha levada, batendo palminha,
Fingindo assustada do bicho-papão.

Menininha, que graça é você,
Uma coisinha assim, começando a viver.
Fique assim, meu amor, sem crescer,
Porque o mundo é ruim, é ruim, e você
Vai sofrer de repente uma desilusão
Porque a vida somente é seu bicho-papão.

Fique assim, fique assim, sempre assim
E se lembre de mim pelas coisas que eu dei.
E também não se esqueça de mim
Quando você souber, enfim,
De tudo que eu amei.

Esse fim de semana

Esse fim de semana foi interessante. Cansativo, mas interessante. :) De sexta pra sábado dormi na casa da Zel pra ajudá-la com a mudança no sábado pela manhã. A coitada foi trabalhar na sexta de madrugada. É, consultor tem dessas coisas. :P

Eu bem que tentei acertar um lance, pá e tal, o apartamento só pra mim, mas levei um cano. Viu, *pessoa*?! Me deixou na mão — e ainda por cima não vai ler isso, saco! Sem mais opção (já tinham cortado o sinal da TV a cabo) fui ler Harry Potter, devidamente resgatado de uma das n! caixas. Dormi. Acordei com os ferrets fazendo arte. O pixel tem uma fixação alucinante pelo meu celular. LOL! Tive que guardar dentro da gaveta. Dormi. Acordei. Dormi.

Acordei de manhã e fui arrancar a moça da cama. Acorda recruta, filho de uma p… e começamos a labuta. Aquela coisa, os imbecis da mudança quiseram fazer tudo numa viagem só, marcaram dois quadros, ralaram o pé do sofá novinho, entortaram o pé de uma estante de metal e mais umas coisinhas que deixaram o Mig mais puto do que a Zel. E o pior é que o cara ficou ofendido!

Fomos almoçar todos às seis e tanto da tarde. Go Junkies!!! Boi na brasa, farofa, batata frita e linguicinha. Bando de esfomeado. Credo! ;-)

Conheci finalmente o Will, o jedi matemático. Gente finíssima ele, adorei. O amigo, Eric, também. Ah, não, vou entregar. Eles vieram pra Sampa pra um encontro de fãs de Star Wars e de RPG, acho.

Voltei pra casa, tomei banho, fiz uma coisas, catei minha irmã e lá fomos nós encontrar com o povo de novo. A Zel tava em modo Barbosa, coisa mais engraçada. A Bi, quando fica com sono só fala bobeira :) Encontramos com o Gábis e um amigo dele no Piratininga e ficamos lá até umas 3 da madruga quando ninguém aguentava mais ficar acordado. O Gábis, claro, aproveitou que o Will tava lá e ficou me provocando porque eu não fui pro Rio — nos idos de março, quando uma expedição aportou em terras cariocas…. Tudo bem, eu não ligo. Também gosto de provocar, só que a Zel me chamou de vingativo. :P Na realidade ela disse: “Depois a Bi diz que não é vingativa”. Ué? Não posso brincar também? “A gente perde o amigo, mas não o perde a piada”. Não perdi nem o amigo e nem a piada. Tava muito legal lá. :)

Hoje eu estudei a partitura do Concerto Brandemburgo No.3 pro ensaio de terça e ainda tenho que ler um peça pra aula de Canto, também na terça.

Eu quero viajaaaaaaar!!!